Entrevista de Terça — Felipe Seitenfus

Henrique Sanches
8 min readAug 30, 2021

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O escritor Felipe Seitenfus

Entrevista de Terça¹.

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Olá Pessoal, boa tarde…

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O Felipe, do perfil @escritor_felipe_seitenfus, é o nosso entrevistado de hoje.

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O Felipe é um escritor que está surgindo nesse cenário nacional. Ele já escreveu um livro de Suspense e atualmente está escrevendo Ficção Científica. Além disso, o Felipe é um leitor por natureza. Nesta entrevista vamos conhecer um pouco sobre seu lado leitor e escritor.
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Bora lá, conhecer um pouco o @escritor_felipe_seitenfus

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Felipe, seja bem-vindo!!!

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Obrigado por topar participar desse projeto!!!

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Opa, eu que agradeço a oportunidade, Henrique. Muita gente boa passou por aqui, então é uma honra participar de uma entrevista sua. Fica também meu alô cordial pra todo mundo que está lendo no seu Instagram.

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Bacana meu amigo!!! É uma honra ter você por aqui…

Para começar já pergunto como é sua vida de leitor? Você lê bastante, Felipe? Quando começou seu gosto pelos livros?
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Então, eu leio com uma frequência razoável. Eu sou uma pessoa lenta, gosto de apreciar o livro que estou lendo.
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Não estou preocupado com quantos livros eu li em um mês ou um ano, e sim se eu li direito, se eu aproveitei o que li, e se foi bom, me trouxe algo.

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Meu gosto e entendimento da leitura começou pelos meus oito/dez anos, quando eu lia os livros antigos da minha mãe, e quando eu comecei a fazer aula de xadrez no centro cultural da minha cidade, Cruz Alta (RS).

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Tinha uma biblioteca lá, e eu comecei a pegar livros emprestados quase toda semana.

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Muito bom, você não está preocupado com a quantidade, mas com a qualidade das leituras, certo? E como você escolhe o que vai ler?

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Mais ou menos. Eu me baseio muito em recomendações que eu leio em perfis literários aqui, no Twitter, YouTube…

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Ou em revistas, ou mesmo quando estou fazendo uma pesquisa sobre um determinado assunto e acabo caindo em alguma recomendação de livro. Adoro o algoritmo… rs.

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Geralmente eu me pauto pelo enredo: gosto de histórias “trágicas”, com personagens comuns que muitas vezes, contam apenas com eles mesmos.

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O que a literatura representa para você, Felipe?

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Eu costumo pensar que a Literatura é uma terapia. Foi a maneira encontrada por mim para dar vazão às minhas inquietudes, as coisas que me afligem vindas de fora ou de dentro.
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É uma forma de expressão da alma em um mundo em que as vezes não me sinto “enquadrado” e não consigo expressar essas coisas com a garganta.

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Essa ideia de ter na literatura uma terapia, é bem bacana! Nas suas leituras, quais são os gêneros literários que você mais aprecia?

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Gosto de ficção científica, suspense, terror e drama.

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Nesses quatro gêneros, o negócio pra mim é quando a coisa mexe com a cabeça.

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Sou muito mais do psicológico que do físico. Vai ver porque eu nunca fui bom nas aulas de educação física… brincadeira.

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Numa resposta anterior você falou da biblioteca que frequentava. Como você tem feito com suas leituras atualmente? Tem lido mais no formato digital?

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Em casa mesmo, rs.

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Eu gosto de silêncio absoluto pra ler, em uma biblioteca, eu sempre me enfiava no lugar mais escondido, onde nem a bibliotecária ia.

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E por mais que o formato digital seja muito prático, eu ainda prefiro o livro físico — consigo me concentrar mais na leitura.

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Ler no computador é um tanto incômodo aos meus olhos, sabe. O livro físico tem um “charme”.

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Xadrez — fonte: Pixnio

Lá na primeira pergunta descobrimos que você gosta de Xadrez!!! (eu também gosto!!!) Você costuma ler livros sobre esse jogo? Recomenda algum para gente?

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Eu li um livro de xadrez quando era pequeno só, na verdade (kkkk).

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Bem na real, faz um booooooom tempo que eu não jogo. Quero voltar. Em algum momento. Eu acho.

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Por falar em recomendação de livros, se você tivesse que fazer uma lista dos seus favoritos, quais você escolheria?

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Sem dúvidas, eu escolheria os seguintes:

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O Centauro no Jardim (Moacyr Scliar)

O Centauro no Jardim — Moacyr Scliar.

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1984 (George Orwell)

1984 — George Orwell.

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Nós (Yevgeny Zamyatin)

Nós — Yevgeny Zamyatin.

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A Metamorfose (Franz Kafka)

A Metamorfose — Franz Kafka

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O Ateneu (Raul Pompeia)

O Ateneu — Raul Pompeia.

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Admirável Mundo Novo (Aldous Huxley)

Admirável Mundo Novo — Aldous Huxley.

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Fahrenheit 451 (Ray Bradbury)

Admirável Mundo Novo — Aldous Huxley.

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O Senhor das Moscas (William Golding)

O Senhor das Moscas — William Golding.

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Eu citaria duas HQs (sim, são literatura também):

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Uzumaki (Junji Ito. Gosto da maneira como ele usa algo comum para criar horror. No caso, espirais)

Uzumaki — Junji Ito.

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Maus (Art Spiegelman. Comprei há pouco tempo. Achei tão foda que devorei em dois dias.)

Maus — Art Spiegelman.

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Quadrinhos são bom demais… Conheço o trabalho do Art Spiegelman, e Maus é uma clássico dele. Sobre a outra dica, preciso dar uma olhada nesse Uzumaki!!!

Além do Spiegelman, você conhece os trabalhos do Will Eisner, Frank Miller, Alan Moore?

Frank Miller, Alan Moore!

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Particularmente, não sou um baita fã de super-heróis.

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Conheço bem pouco do trabalho do Will Eisner e do Frank Miller.

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Do Alan Moore, conheço mais os clássicos, “Watchmen” e “V de Vingança”.

“Watchmen” e “V de Vingança”.

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Mas sua pergunta me motivou a ir atrás dos trabalhos deles.

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Eu tendo a ler mais mangá que HQs “ocidentais”, sabe. E eu tendo a ir mais pro lado dos dramáticos.

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Felipe, vamos falar um pouco sobre a sua escrita. Como foi para você essa mudança de leitor para escritor? Você sempre gostou de escrever ou foi uma coisa que aconteceu?

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Sempre gostei. Mas eu sempre escrevi não-ficção.

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Escrevi em blogs, tive um blog pessoal e participei da comunicação do Jumas Brasil, um movimento da Igreja Católica, entre 2017 e 2018.

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Foi nessa época que eu senti uma vontade de escrever ficção: eu andava meio incomodado com algumas coisas ao meu redor, comportamentos, posicionamentos que eu não concordava, mas não tinha muita voz para criticar abertamente.

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Então, comecei a pensar em alegorias, situações análogas… e a vontade de escrever ficção surgiu.

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Conta um pouco sobre seus escritos. Neles aparecem essa vontade de escrever ficção? O que você tem escrito atualmente? Você já publicou algum livro?

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Com base na resposta anterior, eu já escrevi um livro. Ele seguia a linha sobrenatural/suspense/drama, com mão pesada no catolicismo (era meu meio, né).

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Mas eu fiz tudo errado: não pesquisei storytelling, não estudei… não divulguei.

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Contei sobre isso em um post no meu Instagram há alguns meses. Com a pandemia, voltei a escrever. Foi quase do zero.

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Estudei a escrita de contos e criei um perfil para criar casca e audiência, e conhecer outros escritores.

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Atualmente me dedico a escrever contos e minicontos, a maioria com uma vibe distópica/sci-fi/futurista e ambientadas em Ada, num futuro alternativo após uma catástrofe política-ambiental que levou ao colapso do Brasil (mais especificamente, do Sul, onde eu vivo) como conhecemos.

Ada! Felipe Seitenfus

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E eu tenho muitos planos para Ada, acredite.

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Rapaz, que medo desse futuro… rsrsrs. Você falou de planos para Ada… e projetos futuros, Felipe? Alguma novidade pintando por ai?

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Sim! Eu estou escrevendo um livro do “adaverso”.

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Está andando a passos largos. Comecei no meio do ano passado, mas deixei um tempo na geladeira e voltei a pegá-lo em maio deste ano.

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O que eu posso adiantar é que é um livro policial com um pé no “sci-fi” e uma boa dose de conspiracionismo (hehe), com uma forte base na loucura dos tempos atuais.

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E que o nome dele é “Armadeira”. Por quê?

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Logo saberá!

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Tenho a intenção de terminá-lo até o fim do ano e lançá-lo no início de 2022.

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Além disso, pretendo continuar com os contos e minicontos, como sempre.

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Que bacana essa premissa, hein? Policial + sci-fi.

Nomes como George Orwell, Yevgeny Zamyatin, Aldous Huxley, Ray Bradbury, te inspiram na ficção científica, certo? E no gênero policial, de onde vem sua inspiração?

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Olha, vem dos clássicos. Eu gosto muito de Agatha Christie, das histórias de Sherlock Holmes pelo Arthur Conan Doyle e principalmente dos contos de Edgar Allan Poe.

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Seus ensinamentos sobre como amarrar um bom conto, seja policial/mistério ou outros gêneros, são preciosos para quem escreve.

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Também poria na lista a saga do Padre Brown, de G.K. Cherteston.

Padre Brown, de G.K. Cherteston.

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Isso falando só de literatura — também poria na lista as animações “Ghost in the Shell”, “Mnemosyne” e “Psycho-Pass”, que têm me influenciado fortemente.

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Felipe, enquanto a gente espera seu livro, onde nós podemos encontrar seus contos e minicontos? Além do seu perfil no Insta, você tem publicado em alguma outra plataforma?

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Claro! Eu tenho usado o Medium como plataforma de publicação de contos.

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Tenho dois perfis: um só para o Adaverso e outro para contos em geral.

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Eles podem ser acessados via Linktree na minha bio (https://linktr.ee/felipeseitenfus).

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Para finalizar Felipe, deixo este espaço para você dar seu recado ou convidar as pessoas para seu perfil, enfim, fique à vontade.

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Antes, quero agradecer imensamente você ter topado passar por aqui, nesta entrevista. Desejo muito sucesso nas suas escritas, no seu livro que está vindo, nos seus projetos.

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Conte comigo para ajudar a divulgar e compartilhar seu conteúdo.

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Eu que agradeço a oportunidade de bater esse papo com você, Henrique. Desejo sucesso a todos nós que têm se aventurado com a pena nas Interwebs.

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Fica aqui meu convite pra turma acessar meus dois Mediums e me acompanhar pelo meu Instagram, @escritor_felipe_seitenfus.

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Estamos juntos, tentando um refresco na escrita e na leitura, diante de um mundo fervente.

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1 — Disponível em: <https://www.instagram.com/henriquepsanches> Publicado no Instagram em 18 ago 2021.

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Henrique Sanches
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Written by Henrique Sanches

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